segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Papai Noel!!!

Será que ainda posso pedir coisas ao Papai Noel?! Será que não tô meio velha pra isso?! rs... Seguinte, Papai Noel... tô precisando de um... não, não... acho que isso eu consigo... deixa pra lá.... mas pode ser uma... não, isso eu tabém posso conseguir... então... então... Papai Noel, faz o seguinte... pra 2012 eu quero meus amigos todos bem perto de mim, mesmo que não seja de corpo presente... mas nossas almas sempre conectadas... quero luz, leveza e poesia na vida de todos eles... boas músicas, bons papos, e bons livros... saúde... acho que se isso acontecer a minha volta... assim estarei feliz... valeu velhinho!!!
               
                     "Que venha em paz o ano que vem..."
                  ( Humberto Gessinger )

MAG...

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Reflexão sem sentido...

Eu sempre me contradigo!!! Talvez por não acreditar numa verdade absoluta... aí me deparo com essa frase:

"Destino? Essa é a questão, tava escrito ou é nós que escrevemos? Acho que nós escrevemos com a caneta que nos foi dada e suas limitações... de fato, é lápis e não caneta... qualquer coisa, o tempo apaga." (Humberto Gessinger)

Uma outra frase que faz meus miolos ferver:

♫"É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Porque se você parar pra pensar
Na verdade não há."♫ (Renato Russo)

Quer dizer, o que é que existe afinal?! Se o passado pode ser apagado, quer dizer que deixa de existir. (Eu, como historiadora, não sei se qcredito nisso, mas por muito tempo a história da humanidade foi contada pelos vencedores, então a história dos vencidos foram esquecidas... não sei se apagadas... mas, também não deixo de apreciar o valor poético dessa frase...)
Já a frase de Renato, de fato, o amanhã não existe... a gente planeja, cria espectativas... mas o que vem pela frente... nunca sabemos ao certo... tudo milimétricamente calculado e... o coração no instante seguinte... para de bater...

MAG...

sábado, 15 de outubro de 2011

Nada

Nenhuma inspiração... nenhuma urgência em escrever... nenhuma inquietação... não sei por que é que estou aqui hoje... Talvez, por fazer muito tempo que não passo por aqui... mas eu falo isso toda vez que volto... falo isso pra quem? Pra mim, pros meus pensamnetos? Enfim... os meus conflitos e pensamnetos tenho conseguido colocá- los para fora, mesmo que não seja com tanta frequência... tenho falado um bocado ao vento, à amigos... à alunos, às vezes... todos riem, inclusive o vento... eu rio de mim...
Tenho estado certa de que o sorriso opera milagres... talvez isso também seja coisa de sonhador... mas sonhar faz bem... traz sentido à vida... a vida sem sentido... Em outro momento eu volto aqui e desnvolvo melhor esse tema...

MAG...

quarta-feira, 31 de agosto de 2011



Assisti ontem, achei fodástico, como diria uma maigo meu, e resolvi botar aqui... Fernando Anitelli e sua trupe, O Teatro Mágico... Amanhã Será...

MAG...

domingo, 28 de agosto de 2011

'MEU LUGAR DE PENSAMENTOS SOLITÁRIOS...'



MAG...

DOMINGOS...

'Hoje é domingo pé de cachimbo
Cachimbo é de ouro, bate no touro,
O touro é valente, bate na gente,
A gente é fraco, cai no buraco,
O buraco é fundo, acabou-se o mundo...'

Se eu bem me lembro era assim a musiquinha da infancia que fez parte da história da maioria das crianças da minha época em diante... Pois é, hoje é domingo... e como estou de bobeira em casa, sem o compromisso de ir correndo de um lugar a outro para trabalhar, resolvi ouvir um montão de coisa que tava armazenada nas minhas caixinhas de CDs...
Essas coisas são Barão vermelho, que ouvi logo pela manhã... Jorge Vercillo, aquele CD mais antigo e já esquecido quase no baú, mas ainda gosto um bocado... ouvi algumas coisas novas assim que liguei o computador. Igor de Carvalho é um que ouço todos os dias na internet... Mas ouvir as músicas mais antigas me transportam pra um período tão gostoso da minha vida... de encontros e desencontros, que só eu sei... me traz à memória amigos, pessoas... situações...
Gosto das recordações, mas gosto só das lembraças mesmo... gosto mais de mim hoje... das coisas de adolescentes já superadas, da mentalidade mais amadurecida... dos relacionamentos já cultivados e que sobreviveram, alguns, ao tempo e à distância... alguns são Fênix, ressurgiram das cinzas... e isso me faz um grande bem... Mas o hoje não é como eu imaginava, mas é onde eu queria estar... Bem que eu poderia ser um pouco menos introvertida, mas assim sou eu... e não me importo...
Hoje, domingo, há alguns anos atrás, eu estaria me arrumando toda frenética para ir à igreja... tempos mais tarde, eu estaria a essa hora na igreja... hoje... hoje estou aqui... escrevendo, ouvindo música 'velha', relembrando tudo isso... e tomando um vinho... mesmo nesse calor desgraçado... mas é que não gosto de cerveja... não sinto falta dos domingos cheios de dogmas... mas sinto falta das pessoas... elas me faziam muito feliz... eram bons amigos... esses todos se foram... casaram-se, mudara-se, seguiram suas vidas... segui minha vida... com pessoas que tenho certeza que a distância, o tempo, a morte... nada vai separar... e isso me faz um bem danado!!!

MAG...

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

ABILOLADO MUNDO NOVO

'A máquina gosta de gente que não tem senso crítico, gente que não sabe pensar, não sabe articular os seus pensamentos. A máquina adora jovens imbecializados, gente que só "quer curtir", música imbecil, que imbecializa. Para termos um pensamento crítico e articulado, temos que "malhar" o pensammento, deixar o pensamento "sarado". E o treinamento do pensamento é a leitura. Através da leitura podemos entrar em contato com o pensamento de muita gente diferente, (...) Todos esses caras escrevem essa letras maneiras, como o Gessinger, o Renato Russo, o Arnaldo Antunes,o Herbert Vianna, o Lobão... todos eles são caras que têm muita "milhagem" de leitura... A máquina não quer saber de gente que pensa diferente. Gosta de gente que não sabe que é gente, e que adapta bem ao papel de engrenagem. Um bando de robôs, batalhões de autistas robotizados. Esse culto à ignorância , de que muita gente se orgulha, achando que essa bobagem é o máximo de rebeldia e que é, na verdade, apenas mais um implante da máquina, para gerar os seus escravos no abestalhado mundo novo.' (MALTZ, CARLOS. Abilolado Mundo Novo. Via Lettera Editora e Livraria. 1ª Edição, 2010.p 89)

- Quando li esse trecho do livro não aguentei... fiquei pensando o tempo todo... precisa compartulahr com alguém... li pra minha sobrinha... mas a euforia da leitora não foi a mesma da ouvinte... enfim... precisava passar adiante... resolvi colocá-lo aqui no blog, que anda um pouco abandonado... depois eu volto e escrevo mais coisas... vou tentar aparecer pra mim, pros meus pensamentos, principalmente, com mais frequência...

MAG...

quarta-feira, 22 de junho de 2011

♫" toda vez que falta luz
toda vez que algo nos falta
(alguém que parte e não volta)
o invisível nos salta aos olhos
um salto no escuro da piscina "♫

HUMBERTO GESSINGER

terça-feira, 21 de junho de 2011

Alheia...

Eu, por algum tempo, sempre gostei de dizer que não bebia porque gostava de estar no controle da situação. Na verdade nunca consegui. Mas, não sei porque razão achava que estava. Nem quando digo sim ou não... nem quando consinto algo.. nem quando penso em mim, ou no ser humano com ator histórico (blábláblá)... mas me estranho pensar assim... pois se eu for pensar de forma racional, sei como funciona a estrutura social... conheço as engrenagens da máquina, do sistema,as manipulações todas... enfim... mas ainda assim... não me sinto dona das minhas vontades... aí me aparece o reflexo de historiadora denovo... isso me persegue... nem quando quero postar um texto mais leve eu consigo escapar dessa capa de proteção de sentimentos...
Mas em que se baseia a minha reflexão desta vez? Por que estou tão pensativa em relação ao meu poder de decisão.. ou ao meu autocontrole (que agora não sei se tem hífen)... descobri a pouco tempo, há uns quatro dias que não controlo minhas emoções... e isso me deixou um tanto quanto frustada... é certo que sempre fui chorona, mas achei que conseguiria não ficar nervosa no exame de carro... mas não... minha perna tremia como vara ao vento... e é estranha essa sensação. Eu vi meu corpo todo centrado, calmo, quieto, concentrado, eu diria, mas a minha perna pulava, saltitante, dominando toda a situação...
Não saí da prova triste por conta da reprovação, isso acontece o tempo todo e também não me reconheci com essa reação... dessa vez era pra eu ter ficado triste, chorosa, e até arrasad... até pensando na zoação que possivelmente sofreria em casa... mas não... não tive muito tempo pra pensar nisso... fiquei pensando na minha perna... tremendo, sozinha... e eu, o ser que pensa, reflte, que tem plena consciência do mundo a sua volta, à mercê dela... logo ela, que recebe o comando do eu consciência... e que nada tem a ver com inteligência... essas reações é que me são estranhas... E o que levarei dessa experiência? VOU TOMAR MARACUJINA PRA PRÓXIMA PROVA!!!!

MAG...

sábado, 4 de junho de 2011

GUANTÂNAMO (Humberto Gessinger)




Quem foi que disse "te quero"?
Qual era mesmo a canção?
Quem viu a cor do dinheiro?
Qual a melhor tradução?
Quem foi ao rio de janeiro?
Qual era a intenção?
Qual foi o dia e a hora?
Quem foi embora... adeus
- Me tira daqui
- Não adianta gritar
- Me ajuda a fugir
- Ninguém vai escutar
Não agüento mais... eu não sei a resposta
Não agüento mais... eu não sei a resposta
Quem sabe o que vem primeiro?
Quem sabe o que vem depois?
Quem cabe no mundo inteiro?
Quem mais além de nós dois?
Quem chama ao telefone?
Por que não bate na porta?
Que chama arde teu nome?
Será que alguém se importa?
- Me tira daqui
- Não adianta gritar
- Me ajuda a fugir
- Ninguém vai escutar
Não agüento mais... eu não sei a resposta
Não agüento mais... eu não sei a resposta
Qual é a droga que salva?
Qual é a dose letal?
Quem quer saber tudo isso
Será que agüenta a pressão?
Eu não sei a resposta
Eu não sei a resposta
Não agüento mais... eu não sei a resposta
Não agüento mais... eu não sei a resposta...

sábado, 21 de maio de 2011

Acredito?

Eu não acredito em super-cidadãos, não acredito em super-heróis, nem em papai noel, ou coelhinho da páscoa. Também não acredito em teorias de conspiração mirabolantes (embora acredite em uma elite manipuladora de ideias), ou que o mundo vai acabar em 2012. Na verdade, eu acho que duvido de tudo. " Vamos duvidar de tudo o que é certo. " (Gessinger)

Pois bem, escreverei essa reflexão baseada na leitura que fiz do blog de Tibério Azul, músico pernambucano, vocalista da Banda Seu Chico, embora eu já tenha escrito no blog dele, se fosse responder novamente, ficaria parecendo um post do meu blog, pois os textos que escrevo normalmente são bem grandes...

Dito isso, 'simbora' então à reflexão... Primeiramente o link dos textos que falam sobre " fazer a minha parte" e o outro sobre "caridade"... por isso a introdução... mas pra quem gosta de ler, vale ler o blog todo, pois é muito bom... http://tiberioazul.blogspot.com/ ...

"Ser cidadão não é viver em sociedade, é transformá-la." (Augusto Boal) É o tipo de frase solta que pra mim faz um puta sentido. Mas, faz sentido por que? Eu acredito no homem como ser histórico, ator da sociedade, possível transformador da mesma. E que essa transformação seja feita de forma coletiva e não individual. 'Fazer a minha parte' me remete a isso, ao individualismo, e até a uma satisfação pessoal e egocêntrica.
 
Quando escrevi que somente saciar a fome ou dar de vestir a uma criança por um dia não mudaria sua vida, não foi uma crítica direta ao ato de quem o faz. É o tipo de coisa que eu também faço. A fome não espera políticas públicas serem criadas. Depois de ter escrito isso no blog de Tibério, me deparei com a cena de uma mulher me pedindo um 'dinheirinho' pra comer com o filho, pois estavam a espera de uma passagem que a assistência social prometera pra voltar pra casa não-sei-onde... nem pensei, abri a carteira e lhe dei o dinheiro, eu e uma amiga. Na hora não lembrei das palavras lidas anteriormente, mas depois, fiz exatamente o que havia recriminado... na verdade, não recriminei, mas talvez seja isso que tenha parecido.
 
Não acredito que essa atitude tenha sido a 'minha parte'. Talvez como indivíduo, mas não como sociedade. E qual seria meu papel como indivíduo que faz parte e que se sente parte de uma sociedade? Aí eu reescrevo uma frase citada por Tibério do Che Guevara:  "não quero um novo sistema social, quero um homem novo." E como surgiria esse novo homem?! Com o movimento social mesmo... de cada cultura, de livre pensamento, advindos de críticas, de questionamentos... enfim, de uma sociedade, do homem em movimento...
 
E quem faz parte da sociedade?! NÓS... Resposta óbvia demais, mas que não se faz presente no nosso cotidiano individualista. Então, para concluir esse pensamento, ao mesmo tempo que eu recriminei a prática, eu a tenha realizado e também a tenha defendida, de uma certa forma, eu deixo uma frase da banda Engenheiros do Hawaii, mais precisamente de Humberto Gessinger para mais reflexão: " Quem ocupa o trono tem culpa. Quem oculta o crime também. Quem duvida da vida tem culpa. Quem evita a dúvida também tem."
 
Eu não tenho as respostas. Eu nunca tenho. Vivo a procurá-las. Nunca as encontro enformadinhas e também não as quero assim. Eu procuro pensar e refletir sempre. e principalmente em se tratando dos movimentos da nossa sociedade. Se leram esse texto esperando respostas prontas... eu não as tenho... meu appel é questionar sempre... acredito que não só o meu, mas o da sociedade... movimento de transformação...
 
MAG...

sábado, 23 de abril de 2011

UM BRINDE!!!!!!!!!!!!!!

À escuridão, ao medo
Às ilusões que tornam a vida mais real
Abstrações que dão sentido a vida

Às indagações que jamais serão respondidas
À discórdia que nos ensina a crescer
Às imperfeições que nos tornam mais humanos

À curiosidade que ofende
À verdade absoluta inexistente
À liberdade imposta

Aos pensamentos, aos sentimentos
À felicidade, à insanidade
Todos tendem a desaparecer

À solidão, à vaidade
Às injustiças sociais
À fome que consome

Brindemos todos à vida!!!
À subvida, à sobrevivência humana
À guerra, à crueldade, à matança

Ao fogo, às águas
À natureza que destroe
Cumprindo seu papel

Ao heroísmo, à compaixão
Ao medo, à prisão
Ao homem e sua desilusão!!!

P.S.: Não é um poema, é uma reflexão... não muito organizada... isso é o reflexo da minha mente, da minha cabeça que é um pouco bagunçada mesmo... isso eu escrevi em meados de 2009...

domingo, 17 de abril de 2011

Eu não sei...

Não consigo me lembrar o que eu queria ser quando eu era criança!!! Professora talvez, influência da minha mãe... mas não se pode querer ser apenas uma coisa só, ainda mais sendo uma criança... Na oitava série lembro-me de ter falado a uma colega que queria ser caminhoneira... não sei porque disse isso, nunca me interessei por carros, isso até hoje... No ensino médio me veio uma curiosidade, sabe zeus porque, pelo vegetais... rsrsr... queria ser nutricionista... talvez me imaginasse com um jaleco branco, atendendo em uma clínica limpinha, branquinha,cheirozinha... ou então, a mais insensata loucura, trabalhar como nutricionista do Corinthians... até que fui pesquisar sobre a cenoura e percebi o quanto seria instigante trabalhar nessa profissão.. também não era pra mim.
Cursinho a vista!!! E agora? Agora era hora de escolher. Eu tinha menos de 9 meses pra decidir o que faria pelo resto da vida. Sempre achei esse termo um tanto quanto esdrúxulo. Pois o que me impediria de mudar de profissão se eu errasse na escolha? Pois bem, fui pesquisar sobre várias áres e fiquei entre Serviço Social, pensando no alimento do corpo, nos direitos da criança; depois Pedagogia, que de certa forma englobava a anterior acrescetando outras questões mais voltadas a educação intelectual; e por fim, e de certa forma, pensando em pessoas, queria fazer Museologia. A partir daí passou a ser meu sonho. Trabalhar em museos, viajar, organizar eventos culturais... adquiirir conhecimento que acabara não tendo acesso na infância e an adolescêcia e poder transmiti-lo mais tarde a uqem também não tivesse tido... isso pra mim parecia a melhor profissão do mundo...
Não entrei na faculdade. Não queria mais sair de casa. O que fazer? Pensei em uma profissão próxima a ela, o queria seria? A danada da História. Relutei por um bom tempo, afinal, reprovei por três vezes no vestibular por causa desta, muito embora tivesse sido a minha matéria preferida. Cursei História. Virei professora. Gosto das duas coisas, da mentalidade de um historiador, da forma com que o mesmo se relaciona com sua atividade de pesquisador e mesmo de educador. Porém, na prática como educadora as dificuldades são maiores do que as descritas nos livros todos.
Mesmo contando essa historinha toda... não sei como vim parar aqui. O que me fez escolher uma coisa e recusar outra, me interessar e me desisteressar pelas coisas?! O que faz a gente gostar de história e detestar matemática?! Gostar de preto e não de verde?! Preferir um homem alto e forte, a um pançudinho?! Eu prefiro o pançudinho, só pra constar... rsrrs... O que determina nossas escolhas?! Minha vivência acadêmica me dizia que a sociedade na qual cada indivíduo está inserido é determinante nas suas escolhas... eu até concordo com isso, óbvio que isso tem grande influência... Mas eu não consigo acreditar nisso como uma verdade absoluta. Mas também não sei como evoluir esse pensamento...
Santo Agostinho, em algum momento, disse que o homem era instintivamente mal, individualista, egoista. No entanto, o que prevalece na sociedade é que o homem é bom, principalmente por causas das religiões, a mentalidade propagada por ela, não que ela faça o homem ser bom... Marx levantou a questão da exploração do homem pelo homem... mas o homem não é bom, como pode esse ser bom explorar outro?! Talvez a noção de instinto explique isso? A sobrevivência no meio. No caso do santo, a criança tá com fome e pronto acabou, quer ser saciada naquele momento. E o adulto? Esse pode esperar, mas ele quer esperar?! Como passamos a desejar algo? Como passamos a questionar algo? A defender? A odiar? A amar? Enfim... onde começa e termina, se é que isso acontece, o homem natural e o homem social?!

MAG...

sexta-feira, 25 de março de 2011

Vídeo e letra... ENGENHEIROS DO HAWAII



Sufando Karmas e DNA
(Humberto Gessinger)

Quantas vezes eu estive
Cara a cara com a pior metade?
A lembrança no espelho,
A esperança na outra margem

Quantas vezes a gente sobrevive
À hora da verdade?
Na falta de algo melhor
Nunca me faltou coragem

Se eu soubesse antes o que sei agora
Erraria tudo exatamente igual...

Tenho vivido um dia por semana
Acaba a grana, mês ainda tem
Sem passado nem futuro,
Eu vivo um dia de cada vez

Quantas vezes eu estive
Cara a cara com a pior metade?
Quantas vezes a gente sobrevive
À hora da verdade?

Se eu soubesse antes o que sei agora
Iria embora antes do final...

Surfando karmas e dna
Eu não quero ter o que eu não tenho
Não tenho medo de errar!

Surfando karmas e dna
Não quero ser o que eu não sou
Eu não sou maior que o mar...

Na falta do que fazer, inventei a minha liberdade!!
Surfando karmas e dna
Ô ô ô!!!

P.S.: Pra curtir e pensar um pouco...
MAG...

quarta-feira, 23 de março de 2011

ALÉM...

Já faz um tempo que estou com vontade de escrever aqui novamente... demorei pra voltar... mas eu sempre volto... gosto de escrever, talvez não para as pessoas lerem, mas pra mim... falar do que sinto, das minhas confusões... conflitos... refletir a vida, a sociedade... sem nenhum compromisso com a verdade... puxa, como assim?! É que eu não acredito nas verdades todas... eu sempre duvido da vida, de tudo, mas insisto em acreditar nos seres humanos, que me surpreendem sempre... pro bem e pro mal... se é que eu acredito nisso também, não sei...
Hoje eu vou falar sobre sobre um assunto que me assustou por algum tempo, não consigo precisar quanto tempo, mas foram alguns meses. Eu já tive síndrome do pânico. É estranho pensar no passado porque, de acordo com meu terapeuta da época, não tem cura, tem controle, sendo assim estou f... pra sempre... rs... Na verdade já algum tempo que não tenho crise alguma, mas o 'sexto sentido' fica alerta o tempo todo... mas o que quero falar mesmo é de uma situação que passei que, quando falo dela todo mundo ri um bocado, e hoje eu também... bora à situação então...
Como eu sempre fui muito magra sempre achei que não precisava fazer exercício físico, me enganei. Sempre fui um bocado ansiosa e por isso o terapeuta mandou que eu fizesse caminhada todo dia indo pro trabalho logo pela manhã. Achava um saco, algo sem adrenalina nenhuma, até que um dia.... vixe... estava eu conversando comigo mesma... isso eu fazia sempre, Aloka, fazia mesmo, eu falava na rua comigo... enfim, até que avistei, vindo ao meu encontro, um menino com chinelos havaianas... eu surtei... não sabia o que fazer... não sabia se seguia em frente ou se retornava... se enfrentava a situação ou se retrocedia... enfim, fui... tremendo, passei pelo tal garoto que nem me olhou... depois de ter passado pela situação... sentei na guia perto da sarjeta e liguei chorando pra minha casa pra que alguém fosse me buscar...
É estranho como a mente humana se comporta... contei isso uma vez em sala de aula e a molecada caiu na gargalhada... eu ri também, porque é um absurdo, mais absurdo ainda porque na época as havaianas ressurgiam das cinzas... estava uma moda danada... estava todo mundo usando e inclusive eu... o que se passa dentro da cabeça das pessoas... da minha que sempre foi confusa? Qual é o medo de quem tem esse problema? Quais os conflitos que ela carrega dentro de si? Ou melhor ainda, quais os meus conflitos?
Essa semana me deparei com, talvez o mais forte deles, um problema que mexeu comigo por muito tempo e passei por ele... eu acho... não chorei, não parei, segui em frente... assustada, um pouco talvez e dessa vez não retrocedi... senti os tormentos, os medos, as sensações que não sentia a tempos, não as de pânico, mas emoções que mexiam comigo e que ,mais tarde se transformavam na síndrome... é uma experiência que vou me lembrar... sempre me achei covarde, embora já tenha feito algumas que nem eu acreditei ter feito, mas dessa vez eu venci... e é como se fosse um dependente químico, pois a gente vence um dia de cada vez... mas dessa vez eu detectei o obstáculo, de forma clara e ultrapassei... 

MAG...


P.S.: Eu tinha que escrever sobre isso... estou orgulhosa de mim... rs...

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

MEU MEDO

As vezes tenho medo do que penso... do que sinto... do que vejo em mim...
As vezes tenho medo do escuro... do invisível... do que não posso tocar...
As vezes tenho medo de me expor... de agir... de confrontar...

Tenho dúvidas quanto ao que ele (medo) representa em minha vida...
Não sei se acredito que dele nasça a coragem...
Seria muito óbvio ele nos aparecesse assim...

Meus pensamentos se esvaem, se perdem em minha cabeça...
Conflitos, confusões e contradições fazem parte de mim...
Procuro por respostas sem ao menos compreender as perguntas...

Os sentimentos se misturam...
Não sei se quem grita é meu corpo ou minha alma...
Queria entender e saber se ao menos tenho uma alma...

Meus medos me aparecem muitas vezes infantis...
As vezes tem cheiro de tutti frutti...
E chego a deliciar-me com eles...

Outras, a menina fica para traz...
E eles vêem causando-me náuseas...
E sinto-me petricada de pavor...

Os medos me deixam mais humana...
Fazem com que eu perceba a vida...
Dentro e fora de mim...

                                                                          MAG...



P.S.: Eu estava pensando em escrever algo sobre as confusões do meu pensamento... que as vezes me parecem tão coerentes, e outras me aparecem soltos... acabei escrevendo sobre medos... Talvez seja isso... eu tenha medo do meu pensamento...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Para mim...

Estou cercada de gente boa,
de boa gente.
Coração bom,
boa família.
De pés no chão,
de excelente criação.
Uma dessas pessoas se tornou minha vida.
Uma bem 'Magrela' e muito minha amiga
Adoro ouvi-la mesmo quando faz silêncio
Sua palavra é balsamo, é alimento.

A quem interesse saber de onde tiro inspiração,
de onde vem minha força e resistência,
pra seguir enfrentando o sistema.
Pra morrer de rir sem pudor, sem grandes dilemas
Há um blog mais que espetacular,
Um deleite, um presente divino pra saborear
Uma fração, uma pequena porção
Dessa menina, mulher, desse grande coração.

                                               Luna Platha

Fico grata a uma amiga tão doce q fez com que eu me deliciasse com tais palavras... A Fê é minha grd amiga e irmã... minha querida... eu amo mto vc...
Mag...

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

De volta VII

23/11/2010

A um amigo, com carinho...


Resolvi hoje escrever aqui um poema meu. Não gosto de expor nada que escrevo. São sentimentos confusos na maioria das vezes... alguns, eu nem sei se acredito, talvez por causa da minha formação acadêmica, ou dúvidas que surgiram ainda antes de tal formação. Mas então, porque resolvi colocar aqui algo tão meu? Pra tentar transmitir em palavras a um querido amigo que não está passando por uma fase muito boa... eu sei como é... já tive fases muito ruins... mas essa é a vida... e sei que você sabe o que é sentir dor... nem questiono isso... e nem quero que você não a sinta... temos que nos conectar a todas as sensações humanas... então "bora" ao poema... ou reflexão, como sempre acabo colocando... ele é um pouco estranho, como eu... e também não o acho bonito, ou com métrica... não sou escritora... enfim...


 
 CICLO DE AR...


Sinto o perfume dos anos passados
Tenho a esperança de rever meus amigos em breve
Sinto cheiro de chuva
O frio do inverno
Ouço o assovio do vento que entra pela porta
E chega aos meus ouvidos
Como som de um fantasma sem destino
Que está a perambular pelo mundo
A descobrir e saborear as sensações e as emoções
Todos estamos a vagar sem destino
Mesmo que nos preparemos para ele
Ele sempre nos surpeende
O que esperaremos de um "ser"
Que não podemos ver ou tocar?
Vez ou outra pensamos estar a conduzi-lo
"Doce Ilusão"
Não, não o conduzimos...
Por mais que DESACREDITE nessa teoria...
Ele segue... o destino segue seu curso...
Cruel muitas vezes...
Um pouco mais leve outras...
Ele caminha...
Desistir?
Desistir de que?
Desistir por que?
Não dá.
Desistir pra onde?
Não dá.
Simplesmente ele segue...
Anda, corre...
Segue seu curso...
Sigo seu curso...
Sigo meu Curso...
Sozinha...
Acompanhada...
Vez ou outra com sorrisos amigos
"Doce Solidão"
Essa é a magia de não compreender o caminhar da vida...
Não dá pra desistir
Não dá pra correr,
Ou dá?
Não sei...
Não tenho as respostas...
E sigo a procura-las...
Sempre...
Num caminhar eterno...
Numa busca incessante...
Num ultimo fôlego,
Buscamos por outro...
E mais outro...
Outro...
Outro...
15/07/2010

P.S.: Sei que você já leu coisas bem melhores... os filósofos explicam de meneira mais clara e bem melhor o que é a vida, ou o sentido dela... mas esse, esse é o meu sentido (com algumas licenças poéticas e que não acredito de todo... e você sabe quais são...)... Mil bjos...

MAG...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Dia de Domingo!!!!

Hoje é domingo!!!!!
Há alguns anos isso significaria acordar às 04:30 da manhã e ir trabalhar na feira... Montar a barraca cedinho... descarregar a kombi e armar a barraca, sem trocadilhos... rs... Vendíamos roupas, sintos, carteiras, meias, bonés, aviamentos... meu pai se orgulhava de ter uma barraca sortida... e grande, porque ela era uma das maiores na feira, tinha aproximadamente 6 metros e ele ainda fazia um 'puxadinho'... era muito difícl ter que acordar cedo, porém, era divertido... óbvio que na época eu não achava isso não, principalmente por ter que levantar de madrugada... mas o café da manhã compensava todo e qualquer sacrifício!!!!
O café da manhã foi o melhor de toda minha vida... porra, comer pastel com refrigerante caçulinha... eu podia escolher qualquer sabor, variar muito, misturar dois tipos, três, meu, eu era adolescente, e para de comer de manhã pão era muito bom... rs... ou então cachorro quente... hummm... hoje, se comer qualquer um desses de manhã vou passar mal umas duas semanas... rs... ou então aqueles salgados de feira... aqueles que o pessoal usa o óleo a semana inteira e chega domingo, ele tá até preto... acho que era isso que dava o sabor tão especial... ou então os salgados do pai da Elaine - era uma menina que estudava comigo, e o pai dela também trabalhava na feira e era amigo do meu pai - esfiha de frango com catupiry, eu jurava que era catupiry, hoje sei que não era e nem gosto mais daquilo... ou ainda pamonha.... como eu gostava de comer pamonha,e nem era a de Piracicaba!!! Mas era boa pra caramba. Doce com queijo, sem queijo, eu odiava a salgada, vixe, essa quem gostava era meu velhinho... elas eram enormes... um dia eu comi duas e passei mal... fique com a barriga imensa...
Quando eu era criança o sonho de ir à feira, o trabalho dos meus pais, era o melhor... além dessas coisa citadas acima, eu nem precisava trabalhar, então eu ia atender os 'fregueses', era assim que meu pai chamava seus clientes, morrendo de vergonha... a única coisa que conseguia fazer era dizer: "Pois não?", até hoje não entendo essa frase, e o resto não saia, aí eu chamava minha mãe, que eu percebia que, de longe, ficava de olho... rs...
Saudoso domingo... bons tempos... a ultima vez que fui a feira  não foi para trabalhar. Fui no inicio do ano passado pra comprar minha vitrola e comer tapioca com uma amiga... ela lembra da cena até hoje, eu andando com uma vitrola pesada e o pessoal olhando com estranheza pra aquele treco... rs... ela espalhou pra todo mundo... rs...




MAG...

De volta VI

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Continuação... (Reflexão?)

NÃO VOU ME ADAPTAR
         (Nando Reis)

Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia,
Eu não encho mais a casa de alegria.
Os anos se passaram enquanto eu dormia,
E quem eu queria bem me esquecia.

Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar,me adaptar (2x)

Eu não tenho mais a cara que eu tinha,
No espelho essa cara já não é minha.
Mas é que quando eu me toquei, achei tão estranho,
A minha barba estava desse tamanho.

Será que eu falei o que ninguém ouvia?
Será que eu escutei o que ninguém dizia?
Eu não vou me adaptar, me adaptar
Não vou me adaptar!
Me adaptar!




P.S.: É assim que me vejo muitas vezes... não me reconheço em nada... nas pessoas, nas religiões ou quaisquer ideologias...

MAG

sábado, 22 de janeiro de 2011

De volta V

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O Velho do espelho

Por acaso, surpreendo-me no espelho: quem é esse
Que me olha e é tão mais velho do que eu?
Porém, seu rosto... é cada vez menos estranho...
Meu Deus, meu Deus, Parece
Meu velho pai - que já morreu!
Como pude ficarmos assim?
Nosso olhar - duro- interroga:
"O que fizeste de mim?"
Eu, Pai?! Tu é que me invadiste,
Lentamente, ruga a ruga... Que importa?! Eu sou, ainda,
Aquele mesmo menino teimoso de sempre
E os teus planos enfim lá se foram por terra.
Mas sei que vi, a longa, a inútil guerra!-
Vi sorrir, nesses cansados olhos, um orgulho triste...

                                                       
                                                         Mário Quintana
 

 
 

De volta IV

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Otimismo!? Fala sério!!!!!Otimismo!? Fala sério!!!!!

   Não sei sobre o que quero escrever hoje... já vim aqui outras vezes e só fiquei olhando, pensando no que poderia escrevr... mas desisti, pois quero escrever por prazer e não por obrigação... sinto a necessidade de alguma forma expor meus sentimentos, e eles hoje estão em ebulição... não são muito bons, mas são meus...
   Por algum tempo achei que todo ser humano tinha que ser bom, puramente bom... aprendi isso com religião, mas eu, de alguma forma, não sei qual, desconfiava dessa teoria... estranho é que eu acreditava... ou precisava acreditar... nunca sei explicar essas coisas... pois bem, hoje não acho o ser humano nem ruim, nem bom, apenas humano... ser que vive em uma sociedade e é fruto dela... seja para o bem ou para o mal...
   Eis a questão, quem decide o que é bem e o que é mal?! Quem escolhe nossos sentimentos? Que construções são essas das quais fazemos parte? As vezes isso tudo não me faz sentido... os contratos, as burocracias, tudo fica acima do ser humano, da vida... ninguém se importa de fato, não me excluo dessa, com quem passa fome, eu quero mais é ficar na internet fingindo que penso, fingindo que sou intelectual, questionadora do mundo... fingindo que entendo de política, que repudio tudo o que está acontecendo em nosso cenário eleitoral...
   E daí?! Não querendo ser pessimista, mas não escapando dessa minha realidade, tá dificil acreditar em qualquer coisa... seja religião, política, ideologias de modo geral... sou historiadora... na verdade acho esse título mais bonito do que professora de história, uma vez que essa categoria se caha em desvantagem, não é bem vista pela sociedade e nem por nós mesmos... porém, acreditar e defender ideologias nunca foi meu forte. Cobravam isso de mim na faculadade, por várias vezes fui acusada de ser de "Direita", ou de "Centro" e me abominavam por não ser marxista... para que tudo isso? Espero voltar aqui pra tentar escrever algo um pouco mais otimista... Talvez eu não esteja num dia bom...
   Escrevendo essas coisas nem acredito que já fiz poesias... que adoro cantar e que esse ato me liberta desses tormentos, faz-me esquecer de toda essa sujeira que participo, só pelo fato de ter nascido, não que eu tenta necessariamente escolhido, mas, por mais que afirmem que eu tenho o direito de escolha, eu não tenho... colocam-me nessa sociedade, ditam-me as regras, se eu concordo ou não, pproblema meu, se não concordar, pago por isso... usam as mais variadas artimanhas das leis que regem tal sociedade... E pra finalizar vou postar uma música de uma das melhores e maiores bandas de todos od tempos desse país... Engenheiros do Hawaií...
 

 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

De volta III

Mais um post que retorna...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Niver...NIVER...

   Ontem foi meu aniversário e nada de extraordinário aconteceu... fiquei mais velha, mas isso acontece todos os dias... revi alguns amigos, coisa que faço sem ter a necessidade de uma comemoração... enfim, ontem foi tudo normal... Não é que eu não goste de aniversário, é que eu não gosto do meu. Não tenho problema em ficar mais velha, isso acontece o tempo todo... então acabo ficando indiferente... juro que eu tento fazer balanços da vida, mas isso eu já tenho o costume de fazer sempre que estou de TPM... então também já é normal isso na minha vida... Gostei de ganhar alguns presentes, e o melhor é que escolhi uns livros, mas meus amigos nos presentiamos mesmo sem aniversário... não tomei um porre, devia ter toamdo, mas não o fiz... porre eu também tome de vez enquando... nada de novidade. Sabe o que seria novo no acontecer no dia do meu aniversário? Eu viajar para uma praia, com um sol escaldante, rolar na areia... aí sim pioraria tudo, caso contrário, foi tudo normal...
MAG...

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

DOM QUIXOTE


Eu havia postado anteriormente a letra da música... mas agora resolvi coloca-la aqui com a banda... essa música é maravolhosa e expressa mto bem meus sentimentos referente as coisas que penso sobre a sociedade... vamos a ela... se deliciem com "Dom Quixote"...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

De volta II...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Saudades...Saudades...

   Hoje, feriadão, há poucos dias do meu aniversário... o fato de ser mulher ajuda tbm... rs... a nutri o sentimento nostálgico pelo qual estou passando... Nesse feriado conheci duas pessoinhas encantadoras... de sorrisos fáceis e sinceros que acalentaram meu coração... Não tenho instinto materno e nem acredito nisso. Porém, estar com crianças, deixo claro que só de vez enquando, é muito bom... Adoro ser tia... passar fins de semana com a molecada... brincar e nunca limpar fralda de cocô... isso é pra mãe... levar pra comprar brunquedo, tomar sorvetes, sujar toda a roupa e morrer de rir disso, isso é pra tia...
   Foi o que aconteceu comigo esses três dias... fui tiazona convicta... passiei, brinquei, corri pela casa... ganhei beijos molhados e suculentos nas bochechas... abraços... pulei no colchão da vó, fiz a maior farra com meus sobrinhos queridos de apenas 2 anos, que só agora pide conhecer... foi tudo encantador... o sorriso espontâneo... os gritos de empolgação e alegria.... eles se forma hoje e tudo vlotou ao normal... a casa voltou a ter os quatro adultos chatos e solenciosos de sempre... até a cachorrinha estranhou tanta "bagunça" na casa, que ficou estressada...
   Lembrei de muita coisa da minha infância... da corrida pela casa fugindo da minha avó com um cipó na mão... das casinhas que demoravam tanto pra serem construidas que quando terminava já tava cansada e guaradave tudo... do meu irmão mais levando a mim e o mais novo pra escolinha de manhã bem cedo e os coleguinhas rindo dele achando que eu era sua namoradinha e ele a jurar que era sua irmãzinha... saudade da época em que minha mãe demoarava tanto pra tirar o carro da garagem que a gente acabava chegando de bicicleta com meu tio que cheagara atrasado para nos buscar na escolinha... ela não dirige até hoje... rs...
   Já minha adolescência foi um tanto problemática... e não gosto de lembrar, muito embora eu tenha feito vários amigos que eu amo muito até hoje, porém sem contato algum... apenas uma ficou... mas guardo lembraças boas desses queridos... mas uma adolescência religiosa demais também que não me serviu de nada... o problema de esbarrar com a galera dessa época é eles começarem a "falar de Jesus" pra mim... não costumo ser mau educada, mamãe me ensinou muito bem a ser cordial com as pessoas, mas quando insistem muito, mas muito mesmo eu apelo...
   Agora vou falar da melhor época da minha vida... falar dos meus amigos da época de cursinho... esses eu carrego comigo pra sempre. Mesmo estando longe, eles estão perto... nos falamos sempre... nos encontramos nas férias... outros, como eu, já terminaram a faculdade e seguiram seu caminho... longe, perto, não importa, estamos juntos... relembrando com fotos... uma mais absurda que a outra... éramos todos muitos esquisitos... Havia o cabeludo roqueiro (Fred) que ouvia Nelson Gonçalves; o meio cabelubo que parecia hippie (Ké); a bruxinha (Fê); a carioca, é porque ela é carioca mesmo (Pri); meu irmão veio no segundo semestre, o mais cabuloso de todos, só vestia preto, com crucifixo amarrado a uma corrente de cachorro pendura no pescoço, se eu mencionar o nome dele aqui ele me mata... rs... e eu. a coloridissima que usava gravatas, bermudas por cima da caças, batom preto... todos hoje mudamos muito... muito mesmo, mas gosot de lembra daquele periodo... tanta correria, trabalho, estudo, sonhos, medos... tudo ao memso tempo... tudo misturado... os sentimentos exalavam, saiam simplemente... tinha vontade sorrir, ria; vontat de chorar, chorava; vontade de não falar, calava; vontade de boas e gosotosas gargalhadas, simplesmente soltava... talvez eu perceba tudi dessa maneira agora, na época era tudi diferente, sentia diferente... mas o que eu sou hoje me faz olhar para mim do passado dessa form, leve e descontraida... muita sauadade de tudo isso...
   A minha fase de faculdade também conheci pesoas interessantissimas que eu amo muito... mas aí já é conversa pra outro post...

P.S.: Ficou faltando a letra da música fotografia, q dessa vez ñ vou colocar...
MAG...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

DE VOLTA...

Este post foi o começo de tudo... eu o apaguei, mas agora estou colocando-o de volta e assim o farei com os outros textos que arquivei no meu email... com a data antidga e a atual...

domingo, 10 de outubro de 2010


   Como eu detesto computador... brigo com essa maquininha o tempo todo... tento me adaptar ao máxima a ela, mas ela não colabora comigo... Havia escrito um texto sobre o porque do nome Talvez, Dom Quixote e do nada, só apertei um botãozinho errado pra tudo ir pelos ares... se perdeu... vou tentar puxar pela memória... então vamos lá...
   Por que "Talvez, Dom Quixote", é uma refência à música da banda brasileira Engenheiros do Hawaii, (Dom Quixote, é o nome da música)... O Dom Quixote da história era um sonhador que buscava aventuras imaginárias, como lutar com um "dragão- moinho de vento", enquanto que o da música, que fique claro que essa é uma visão minha e não do autor (Humberto Gessinger), é um sonhador consciente... Porque digo isso? Acredito no homem como ator da História.O homem produz sua História, ou ainda "os homens produzem a História." Mas, e onde entra o sonhador consiente da música? "Por amor às causas perdidas..." Sonhar com aquilo que parece não ter jeito, mas ainda assim, por acreditar que o homem tem o poder de transformar o meio em que vive, mesmo estando tudo um caos... este é o sonhador... eu não sei se eu sou assim, por isso o nome "Talvez, Dom Quixote"...

sábado, 15 de janeiro de 2011

Talvez...

Eu acho, de verdade, que não 'bato muito bem da cabeça'!!! Já há algum tempo que não escrevo mais e até deletei os textos postados aqui. Decidi que não teria mais blog... não queria expor minha idéias, reflexões ou gostos musicais.. enfim, estou aqui novamente e sem o compromisso de voltar novamente... ou melhor, de voltar quando me der vontade...
Talvez, volte para colocar os escritos antigos... gostava deles bastante... então os guardei... não tive coragens de jogá-los ao esquecimento... e já tenho até um seguidor aqui... minha malhor amiga que mais doida que eu... eu disse a ela que tinha mais blog, que não escreveria mais aqui, mas veio e tá me seguindo...
Acho que hoje é a reestreia desse cantinho entitulado 'Talvez, Dom Quixote', pois, talvez eu acredite em sonhos...
Voltei...
Mag...